Escola encantamento (compulsão) [ação mental]; Nível bardo 4, feiticeiro/mago 5

Componentes V, G

Alcance curto (7,5 m + 1,5 m/2 níveis)

Alvo 1 humanóide

Duração 1 dia/nível

Teste de Resistência Vontade anula; Resistência à Magia sim

O conjurador ê capaz de controlar as ações de qualquer humanóide através de uma ligação telepática com a mente do alvo. Se houver uma linguagem comum, pode-se forçar o alvo a se comportar da forma desejada, respeitando o limite de suas habilidades. Caso não exista um idioma em comum, somente comandos básicos como “venha aqui”, “vã para lá”, “lute” e “fique quieto” serão obedecidos. Esta magia permite que o conjurador saiba as condições e sensações do alvo, mas não concede informa­ções sensoriais diretas, nem fornece comuni­cação telepática com a criatura.

Depois que o conjurador comandar a cria­tura dominada, ela continuará tentando cum­prir sua ordem nos intervalos entre suas ativi­dades necessárias à sobrevivência no dia-a-dia (como dormir, comer, etc.). Devido a esta limi­tação de atividades e dedicação, é possível rea­lizar um teste de Sentir Motivação (CD 15) para perceber que a criatura está sob a influên­cia de um efeito de encantamento (veja a des­crição da perícia Sentir Motivação).

Mudar suas instruções ou dar um comando a uma criatura dominada exige lima ação de movimento (idêntico a redirecionar uma magia).

Se o conjurador se concentrar completa­mente na magia (uma ação padrão), ele poderá receber a interpretação completa das informa­ções sensoriais através da mente do alvo, ainda que não seja capaz de se comunicar com ele. Ainda será impossível enxergar através dos olhos da vítima dominada, logo esse processo não equivale a estar no mesmo local, mas ainda é possível ter uma noção aproximada do que está acontecendo (a criatura está andando através de um jardim perfumando; ela está fa­lando com o guarda; o guarda olha desconfia­do, etc.).

O alvo tenta resistir a este controle. Caso seja forçado a realizar ações contrárias à sua natureza, poderá realizar um novo teste de re­sistência com +2 de bônus. As ordens obvia­mente auto-destrutivas são ignoradas. Uma vez que o controle for estabelecido, o alcance se torna ilimitado dentro do mesmo plano de existência. O conjurador não precisa enxergar o alvo para comandá-lo.

Se o conjurador não gastar pelo menos 1 ro­dada por dia se concentrando na magia, a cria­tura realiza um novo teste de resistência para se libertar da dominação.

A proteção contra o mal ou magias similares são capazes de impedir comandos mentais ou vínculos telepáticos contra o alvo protegido, mas este efeito não dissipa a magia automaticamente.